Diagnóstico e Acompanhamento da Colelitíase

A colelitíase, popularmente conhecida como "pedra na vesícula", é uma condição extremamente comum que afeta milhões de brasileiros. Os cálculos biliares formam-se na vesícula biliar e podem causar desde quadros assintomáticos até complicações graves como pancreatite biliar e colecistite aguda.

A Dra. Fernanda Scortegagna Annes realiza em Chapecó o diagnóstico preciso e o acompanhamento de pacientes com colelitíase, orientando sobre as melhores opções de manejo conforme cada situação clínica individual.

O Que é a Colelitíase?

A colelitíase é a formação de cálculos (pedras) no interior da vesícula biliar, um pequeno órgão localizado abaixo do fígado que armazena a bile produzida pelo fígado. Os cálculos podem ser compostos predominantemente de colesterol (mais comuns) ou de bilirrubina (pigmentares).

A bile é fundamental para a digestão de gorduras. Quando há desequilíbrio na composição da bile, com excesso de colesterol ou bilirrubina em relação aos sais biliares, ocorre a cristalização e formação dos cálculos.

Fatores de Risco

Diversos fatores aumentam o risco de desenvolver cálculos biliares. Os principais incluem:

  • Sexo feminino: Mulheres têm risco duas a três vezes maior devido à influência do estrogênio no metabolismo do colesterol biliar
  • Obesidade: O excesso de peso aumenta a secreção de colesterol na bile, favorecendo a formação de cálculos
  • Idade acima de 40 anos: A incidência aumenta progressivamente com a idade
  • Histórico familiar: A predisposição genética é um fator significativo para o desenvolvimento da condição
  • Perda rápida de peso: Dietas muito restritivas e cirurgia bariátrica aumentam o risco de cálculos
  • Gravidez e uso de hormônios: Contraceptivos orais e terapia de reposição hormonal aumentam o risco

Sintomas da Colelitíase

1. Colelitíase Assintomática

A maioria dos portadores de cálculos biliares (cerca de 80%) não apresenta sintomas. Os cálculos são frequentemente descobertos em exames de imagem realizados por outros motivos. Na maioria desses casos, não há necessidade de tratamento cirúrgico imediato.

2. Cólica Biliar

Dor intensa no quadrante superior direito do abdômen ou na região epigástrica, que pode irradiar para as costas ou ombro direito. Geralmente ocorre após refeições gordurosas e dura de 30 minutos a algumas horas.

3. Complicações

Quando um cálculo obstrui o ducto cístico ou o colédoco, podem ocorrer colecistite aguda (inflamação da vesícula), coledocolitíase (cálculo no ducto biliar) ou pancreatite biliar, condições que requerem atendimento urgente.

Diagnóstico e Avaliação

A Dra. Fernanda Scortegagna Annes realiza uma avaliação completa que inclui:

  • Ultrassonografia abdominal: Exame de escolha para detecção de cálculos biliares, com sensibilidade superior a 95%
  • Exames laboratoriais: Perfil hepático, bilirrubinas, amilase e lipase para avaliar complicações
  • Avaliação clínica: Análise dos sintomas, frequência das crises e impacto na qualidade de vida
  • Exames complementares: Colangiorressonância ou ecoendoscopia quando necessário avaliar as vias biliares

Tratamento e Acompanhamento

A conduta terapêutica depende da presença de sintomas e complicações:

  • Cálculos assintomáticos: Na maioria dos casos, o acompanhamento clínico periódico é suficiente, com orientações sobre sinais de alerta
  • Cólica biliar recorrente: Indicação de colecistectomia (remoção cirúrgica da vesícula) por via laparoscópica
  • Complicações: Tratamento específico conforme o tipo de complicação, podendo envolver endoscopia (CPRE) ou cirurgia
  • Orientação dietética: Adequação da alimentação para reduzir a frequência e intensidade dos sintomas

Agende Sua Avaliação de Colelitíase

O acompanhamento adequado dos cálculos biliares é fundamental para prevenir complicações graves. A Dra. Fernanda oferece avaliação completa e orientação personalizada.

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